Sobre o autor
Professor e investigador na área da História Militar. Licenciado em História e Mestre em História Moderna pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Membro correspondente do Conselho Científico da Comissão Portuguesa de História Militar.
É autor de A Cavalaria na Guerra da Restauração. Reconstrução e evolução de uma força militar (Lisboa, Prefácio, 2005) e O Combatente durante a Guerra da Restauração. Vivência e comportamentos dos militares ao serviço da Coroa portuguesa (Lisboa, Prefácio, 2007 – publicação do trabalho galardoado com o Prémio Defesa Nacional 2003), além de comunicações e artigos em revistas portuguesas e estrangeiras.
21 Respostas
leave one →
Trackbacks & Pingbacks
- O vedor geral do exército « Guerra da Restauração
- Regimentos franceses de 1641 (cavalaria e infantaria - organização teórica) « Guerra da Restauração




















Parabéns
Não se podia esperar outra coisa de ti que não fosse com qualidade.
Estou esperando o segundo livro.
Que saudades dos nossos serões de Wargames.
Continua amigo.
Um Abraço XL
Antes de mais desculpe o incomodo. Tenho alguma dificuldade em adquirir a sua obra” A Cavalaria na Guerra da Restauração. Reconstrução e evolução de uma força militar (Lisboa, Prefácio, 2005)”. Sabe de alguma loja (ou melhor alguma livraria online) que o tenha disponivel?
Melhores cumprimentos
Caro Carlos Paulo Silva,
Responderei à sua pergunta por mail particular.
Obrigado.
Caro Sr Jorge Penim de Freitas,
A narrativa da ‘História genealógica da casa real portuguesa’ fala no Livro VII, pp 110-101, da campanha do Marquês de Legrañes ‘já no ano de 1645′ e da reacção dos comandantes e de D João IV, concentrando-se em Elvas e batendo-se contra aquele corpo de exército até que o Marquês retirou para Badajoz.
Pergunto-lhe: a) em algum ponto deste seu precioso sítio abordou em pormenor esta campanha específica?; b) se não, para além da ‘História genealógica …’ conhecerá alguma fonte documental ou publicação que possa revelar mais pormenores sobre tal fase das lutas?
Tenho particular interesse em: uma estimativa mais precisa do início e fim dessa campanha, movimentações, ‘casos’ (militares e não só) relevantes na zona relacionados com a campanha, locais de acampamento, refregas, comandantes, locais de passagem nas movimentações.
Grato desde já pela informação que puder facultar,
SM
Caro Santos Manoel,
Responderei às suas perguntas por mail particular.
Obrigado.
Eu gostaria tamen de poder conseguir ambos livros para minha colección particular de libros e artigos da guerra de restauraçao, e aproveito para saber si algun deles contem mençao da batalha ou combate de vilaviçosa penso que foi en 1646 e segun as fontes espanholas vitoria espanhola (unha das ben poucas que ganhamos nesta guerra).
Saudos desde a Galiza-Espanha
Carlos
Caro Carlos Durán,
Responderei às suas perguntas por mail particular.
Obrigado.
Venho por este meio, saber onde posso encontrar documentação visual ou descritiva sobre os uniformes dos exércitos português e espanhol para o período de 1659 – 1665.
Agradeço a atenção dispensada e aguardo uma resposta.
José Manuel Correia
5/11/2008
Caro José Manuel Correia
Responderei à sua questão por mail particular.
Cumprimentos.
Olá Jorge,
Tens que tirar esse retrato de Cosmander! Porque não é e Cosmander.
O ano passado, em Setembro, nós nos encontramos na Faculdade de Letras.
Gostaria de oferecer um exemplar da revista Monumentos, que foi publicado em Dezembro 2008, um número temático sobre Elvas, em que publiquei um pequeno artigo.
Por isso, preciso a sua morada. Julguei que era em Queluz, mas não encontro o seu cartão.
(Por acaso, como vi uns livros de Fernando Cortés Cortés nesse site, tens a morada dele?)
Com os melhores cumprimentos,
Edwin Paar
Olá, Edwin
Enviei a resposta por mail particular! E vou seguir a tua sugestão quanto à fotografia que ilustra o artigo e que não é de Cosmander, mas do Padre Brott (sueco).
Com os melhores cumprimentos.
Olá Jorge
Então como vai? Encontrei blogue por mero acaso, como nunca mais soube nada de si, fiquei bastante satisfeito ao ver este blogue na net.
Quanto ao nosso amigo Rui Belo nada sei dele e de si vou sabendo pelos livros que escreveu e eu tenho adquirido.
Desejo-lhe as maiores felicidades e dou-lhe as minhas felicitações pela divulgação desta época extremamente interessante. pena é não se conseguir umas bolsas para se ir investigar no Arquivo de Simancas.
Apareça, dê notícias ou qualquer coisa no género…
Um abraço do
Ribeiro Rodrigues
Olá, Manuel
Obrigado pelas simpáticas palavras. Do Rui também nada sei. No entanto, em breve os afazeres desta “Guerra” levar-me-ão a Évora, pode ser que reveja então o nosso amigo artista.
De si, também é pelos livros dos uniformes da Guerra Peninsular e da Mocidade Portuguesa que vou tendo notícias. Nem sequer aos almoços do Jornal do Exército tenho podido ir, nestes últimos anos…
Fica prometido que darei notícias por mail particular.
Um abraço
Jorge
Preçados senhores,desculpar o meu Portugués.E mian intençao pegar uma cita histórica que fale se os Holandes(o Portugueses)tinhan marinheiros malios a javaneses nos seus exercitos e mais interés no Nordeste do Brasil.Tenho citas mais nao sao concluyentes pra a mia pesquisa.Favor ,istoe um HELP,HELP,MAY DAY,……para min.
Un cordial saludo.
Javier Rubira
Vice-pte Geral da Fica
Federaçao Internacional de Capoeira
http://www.capoeira-fica.org/
Caro Javier Rubiera
No Extremo Oriente, havia alguns malaios e javaneses nas forças portuguesas. Contudo, não tenho qualquer informação sobre terem servido no Nordeste do Brasil.
Saudações cordiais
Caro Sr. Jorge Penim de Freitas
Sou estudante de História e estou a elaborar um trabalho cuja temática se centra sobre o papel dos Partidos da Beira em particular do Partido de Penamacor, na qual se insere a pessoa de Afonso Furtado de Castro do Rio de Almeida. Até agora a única bibliografia que estou a usar é de D.Afonso VI, de Angela Barreto Xavier e do prof. Pedro Cardim, da colecção Reis de Portugal e um mais especifico de Fernando Dores Costa, A Guerra da Restauração 1641-1668. Tendo em conta as suas obras vejo que é igualmente um autor de referência sobre esta temática e agradecia a sua ajuda. Estou também a pensar ir à Torre do Tombo, aos arquivos sobre o Conselho de Guerra, à Biblioteca Nacional, possivelmente ao Arquivo de História Militar e a bibliotecas locais, tal como a de Castelo Branco, sem no entanto ter certezas que iram dar-me a respostas que pretendo. Tendo em conta o carácter urgente do que lhe peço agradecia que entrasse em contacto comigo brevemente.
Agradecido pela a atenção
Abraço,
Tiago Alves
Caro Tiago Alves,
Sobre o assunto que refere, entrarei em contacto consigo através de mail particular.
Cumprimentos
Boa tarde
estive na juromenha e gostava de ter mais informação sobre o que se passou na noite de 19 de Janeiro de 1659.
obrigado.
vmmestre
Caro Vítor Mestre,
Na noite de 19 de Janeiro de 1659 deu-se uma explosão no paiol da fortaleza de Juromenha, que danificou as defesas daquela praça e matou vários soldados, alguns dos quais tinham participado, dias antes, na batalha das Linhas de Elvas. Conto, em breve, reportar-me a esse assunto.
Cumprimentos
Jorge P. Freitas