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	<title>Comentários para Guerra da Restauração</title>
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	<description>Blogue de História Militar dedicado à Guerra da Restauração ou da Aclamação, 1641-1668</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Nov 2009 13:11:24 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário em Sobre o autor por Jorge P. de Freitas</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/about/#comment-219</link>
		<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:11:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-219</guid>
		<description>I can provide that information to you. I will send you an email soon.

Best regards
Jorge P. Freitas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I can provide that information to you. I will send you an email soon.</p>
<p>Best regards<br />
Jorge P. Freitas</p>
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		<title>Comentário em Sobre o autor por Florent Coupeau</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/about/#comment-218</link>
		<dc:creator>Florent Coupeau</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 09:45:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-218</guid>
		<description>In fact, I think I know the names of the French and English units thanks to the memoirs of Monsieur Ablancourt (available on Google books in french). It is more the Spanish army and the Portuguese troops that are unknown to me.
Here is my email adress to continue this conversation: fcoupeau -at- gmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>In fact, I think I know the names of the French and English units thanks to the memoirs of Monsieur Ablancourt (available on Google books in french). It is more the Spanish army and the Portuguese troops that are unknown to me.<br />
Here is my email adress to continue this conversation: fcoupeau -at- gmail.com</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Sobre o autor por Jorge P. de Freitas</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/about/#comment-217</link>
		<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:59:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-217</guid>
		<description>Dear Mr. Florent Coupeau
Thank you for your kind comments. I will make a new entry in this blog about the foreign regiments and squadrons that fought at Montes Claros, as soon as I can get the time for it.

Best regards
Jorge P. Freitas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dear Mr. Florent Coupeau<br />
Thank you for your kind comments. I will make a new entry in this blog about the foreign regiments and squadrons that fought at Montes Claros, as soon as I can get the time for it.</p>
<p>Best regards<br />
Jorge P. Freitas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Sobre o autor por Florent Coupeau</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/about/#comment-216</link>
		<dc:creator>Florent Coupeau</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 08:45:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-216</guid>
		<description>Caro Sr Jorge Penim de Freitas,

um grande bravo para o seu site!!

I have a new interest in this war that I&#039;ve just discovered and especially in the battle of Montes Claros in 1665 where many foreign troops fought.
Could you help me in finding the exact names of these regiments and squadrons?

Obrigado,
Florent</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Sr Jorge Penim de Freitas,</p>
<p>um grande bravo para o seu site!!</p>
<p>I have a new interest in this war that I&#8217;ve just discovered and especially in the battle of Montes Claros in 1665 where many foreign troops fought.<br />
Could you help me in finding the exact names of these regiments and squadrons?</p>
<p>Obrigado,<br />
Florent</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Postos do exército português (20) &#8211; o preboste geral por JM</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/11/06/postos-do-exercito-portugues-20-o-preboste-geral/#comment-215</link>
		<dc:creator>JM</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:22:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=1143#comment-215</guid>
		<description>Muito interessante o post, assim como o quadro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante o post, assim como o quadro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Uma família em armas &#8211; os César de Meneses por Necessidades de material de guerra na província de Entre-Douro-e-Minho, 1657 &#171; Guerra da Restauração</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/11/26/uma-familia-em-armas-os-cesar-de-meneses/#comment-214</link>
		<dc:creator>Necessidades de material de guerra na província de Entre-Douro-e-Minho, 1657 &#171; Guerra da Restauração</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 23:47:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=491#comment-214</guid>
		<description>[...] de defesa da província. Foi dada prioridade às tarefas defensivas: os quatro conselheiros (Pedro César de Meneses, o Conde do Prado, Salvador Correia de Sá e Rui de Moura Teles) reconheciam o valor e a [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de defesa da província. Foi dada prioridade às tarefas defensivas: os quatro conselheiros (Pedro César de Meneses, o Conde do Prado, Salvador Correia de Sá e Rui de Moura Teles) reconheciam o valor e a [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Cerco de Badajoz (1658) por &#8220;Guerra y revolución militar en la Iberia del siglo XVII&#8221; &#8211; artigo online, pelo Dr. Lorraine White &#171; Guerra da Restauração</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/12/16/cerco-de-badajoz-1658/#comment-213</link>
		<dc:creator>&#8220;Guerra y revolución militar en la Iberia del siglo XVII&#8221; &#8211; artigo online, pelo Dr. Lorraine White &#171; Guerra da Restauração</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 22:15:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=527#comment-213</guid>
		<description>[...] me foi enviada pelo Sr. Carlos Sanchéz. Compare-se com a que foi aqui apresentada, da autoria de João Tomás Correia, existente na Biblioteca Nacional de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] me foi enviada pelo Sr. Carlos Sanchéz. Compare-se com a que foi aqui apresentada, da autoria de João Tomás Correia, existente na Biblioteca Nacional de [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Regimentos franceses de 1641 ao serviço da Coroa portuguesa (cavalaria e infantaria &#8211; organização teórica) por O outro Jacques Talonneau de la Popelinière, oficial francês de cavalaria ao serviço de Portugal (1646-1658) &#171; Guerra da Restauração</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/02/01/regimentos-franceses-de-1641-cavalaria-e-infantaria-organizacao-teorica/#comment-212</link>
		<dc:creator>O outro Jacques Talonneau de la Popelinière, oficial francês de cavalaria ao serviço de Portugal (1646-1658) &#171; Guerra da Restauração</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 23:08:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=624#comment-212</guid>
		<description>[...] que chegou a Portugal em Setembro de 1641, na armada do Marquês de Brézé, fazendo parte do regimento de cavalaria ligeira do coronel Sebastian de Mahé de la Souche. É indubitável a chegada de Popelinière nesta data, pois o seu nome é referido em diversos [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] que chegou a Portugal em Setembro de 1641, na armada do Marquês de Brézé, fazendo parte do regimento de cavalaria ligeira do coronel Sebastian de Mahé de la Souche. É indubitável a chegada de Popelinière nesta data, pois o seu nome é referido em diversos [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Postos do exército português (20) &#8211; o preboste geral por Ana catarina santos de sousa.</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/11/06/postos-do-exercito-portugues-20-o-preboste-geral/#comment-211</link>
		<dc:creator>Ana catarina santos de sousa.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:44:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=1143#comment-211</guid>
		<description>eu estou a dar isto em história.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu estou a dar isto em história.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em O trombeta por O ataque ao Vale de Matamoros, 25 de Novembro de 1653 &#8211; Parte 3 &#171; Guerra da Restauração</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/05/12/o-trombeta/#comment-210</link>
		<dc:creator>O ataque ao Vale de Matamoros, 25 de Novembro de 1653 &#8211; Parte 3 &#171; Guerra da Restauração</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 00:45:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=87#comment-210</guid>
		<description>[...] Imagem: Gerard Terborch, “Oficial ditando uma carta”, c. 1655, National Gallery, Londres. Compare-se este quadro com outro do mesmo autor, já publicado aqui. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Imagem: Gerard Terborch, “Oficial ditando uma carta”, c. 1655, National Gallery, Londres. Compare-se este quadro com outro do mesmo autor, já publicado aqui. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Batalha de Montijo, 26 de Maio de 1644 por carlos duran</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/05/26/batalha-de-montijo-26-de-maio-de-1644/#comment-208</link>
		<dc:creator>carlos duran</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 23:42:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=107#comment-208</guid>
		<description>Grazas ao moderador pola sua resposta amavel como sempre

agardo o traballo referido con muitas ganas mais xa teño falado dista batalha noutros foros e teño publicado artículos dela e a miña opinion segue a ser a mesma ata que outras novas muden as miñas ideias actuais: a batalha de Montijao foi unha batalha indecisa sen ganhador claro mais penso que as perdas foron mais fortes para o exercito portugués e o combate significou o cambio da iniciativa da campaña para o exercito da monarquia hispánica.
Por outra banda aproveito para facer  un pedimento, gostaria de saber algunha noticia de fonte portuguesa do combate o batalha que na historia militar espanhola coñecese por o nome de villaviciosa no ano 1646 no goberno militar do exercito de Estremadura do Marqués de Leganés  e do portugués de Matias de Alburquerque, e que segundo as fontes espanholas foi vitoria importante. Gostaria de saber que dicen as fontes portuguesas do combate, si e que lle dan importancia.
Grazas, muito obrigado

Carlos Duran Eiras (Galiza-Espanha)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grazas ao moderador pola sua resposta amavel como sempre</p>
<p>agardo o traballo referido con muitas ganas mais xa teño falado dista batalha noutros foros e teño publicado artículos dela e a miña opinion segue a ser a mesma ata que outras novas muden as miñas ideias actuais: a batalha de Montijao foi unha batalha indecisa sen ganhador claro mais penso que as perdas foron mais fortes para o exercito portugués e o combate significou o cambio da iniciativa da campaña para o exercito da monarquia hispánica.<br />
Por outra banda aproveito para facer  un pedimento, gostaria de saber algunha noticia de fonte portuguesa do combate o batalha que na historia militar espanhola coñecese por o nome de villaviciosa no ano 1646 no goberno militar do exercito de Estremadura do Marqués de Leganés  e do portugués de Matias de Alburquerque, e que segundo as fontes espanholas foi vitoria importante. Gostaria de saber que dicen as fontes portuguesas do combate, si e que lle dan importancia.<br />
Grazas, muito obrigado</p>
<p>Carlos Duran Eiras (Galiza-Espanha)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Batalha de Montijo, 26 de Maio de 1644 por Jorge P. de Freitas</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/05/26/batalha-de-montijo-26-de-maio-de-1644/#comment-207</link>
		<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 20:38:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=107#comment-207</guid>
		<description>Obrigado, amigo Carlos Duran, pela sua resposta. Não tenho, por norma, o hábito de censurar as opiniões dos leitores, preferindo deixar aberto o diálogo entre comentadores, mesmo que alguns comentários veiculem opiniões com as quais não concordo.
No caso de Montijo (e eu creio que já escrevi por aqui algo sobre isso) as fontes impressas que inspiraram, até há algumas décadas, historiadores de ambos os lados da fronteira, eram as relações destinadas a propagandear os feitos de armas de cada exército. As interpretações vincadamente nacionalistas beberam exclusivamente aí, sem explorarem um manancial de documentos diversos, nos arquivos de Portugal e Espanha, que permitiriam obter conclusões mais objectivas e menos desapaixonadas do ponto de vista ideológico. Tenho procurado, modestamente, chamar a atenção para alguns desses documentos, em resultado das minhas próprias pesquisas e do diálogo com outros historiadores. A este respeito, o investigador Sr. Julián García Blanco tem vindo a estudar e a reunir elementos sobre a batalha de Montijo, seguindo uma metodologia mais de acordo com as exigências da moderna historiografia. Aguardemos o resultado do seu trabalho, que eu acredito irá ser muito interessante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, amigo Carlos Duran, pela sua resposta. Não tenho, por norma, o hábito de censurar as opiniões dos leitores, preferindo deixar aberto o diálogo entre comentadores, mesmo que alguns comentários veiculem opiniões com as quais não concordo.<br />
No caso de Montijo (e eu creio que já escrevi por aqui algo sobre isso) as fontes impressas que inspiraram, até há algumas décadas, historiadores de ambos os lados da fronteira, eram as relações destinadas a propagandear os feitos de armas de cada exército. As interpretações vincadamente nacionalistas beberam exclusivamente aí, sem explorarem um manancial de documentos diversos, nos arquivos de Portugal e Espanha, que permitiriam obter conclusões mais objectivas e menos desapaixonadas do ponto de vista ideológico. Tenho procurado, modestamente, chamar a atenção para alguns desses documentos, em resultado das minhas próprias pesquisas e do diálogo com outros historiadores. A este respeito, o investigador Sr. Julián García Blanco tem vindo a estudar e a reunir elementos sobre a batalha de Montijo, seguindo uma metodologia mais de acordo com as exigências da moderna historiografia. Aguardemos o resultado do seu trabalho, que eu acredito irá ser muito interessante.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Batalha de Montijo, 26 de Maio de 1644 por carlos duran</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/05/26/batalha-de-montijo-26-de-maio-de-1644/#comment-206</link>
		<dc:creator>carlos duran</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 19:27:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=107#comment-206</guid>
		<description>Non sabia si responder ao derradeiro comentario de Antonio Pena (apelido moi comun na miña Galiza, porque remata con &quot;que aprendan e nos deixen en paz&quot;; non e un comentario amistoso e xa funme doutros foros portugueses por ver pouca historia e muito nacionalismo mais ainda vou responder a risco de que non se respete a miña opinión.
Pois eu respeto a sua totalmente, mais non estou dacordo, supoño que teño dereito iso e o moderador sei que mo concede.
A cavaleria portuguesa seguindo o relatorio da batalha de Montijo de conde de Ericeira  fuxiu depois dos primeiros combates e refuxiou nunha arboreda ata o final da mesma, pensando ao escoitar os cañons que eran os sinais da vitoria espanhola, penso que unha derrota como a mencinada nas fontes portuguesas non e doada sen o apoio da cavaleria no contexto da batalha, relatorios castelans menores e de persoas do lugar falan da fuxida do exercito portugués e tamen gostaría, con sinceridade, coñecer as fontes &quot;neutrais&quot;  das que fala e que recoñecen a vitoria portuguesa, eu non as coñezo e me gostaría votarlles unha ollada.
Penso que os paises opinaban segun as simpatias que tiñan polos dous reinos.
Enquanto as vitorias portuguesas nesta guerra ninguen as dubida, Portugal tivo a sorte nesta guerra e na guerra do século XIV de dispor de maravilhosos xefes militares, enquanto a espanha neste momento estaba no seu peor momento, en loita con media europa, a piques de se esnaquizar como reino (conspiracións independentistas en aragon, andaluzia e catalunha aparte portugal) e en ruina económica; e por finalizar tal era a debilidade que sendo tan grande monarquia non foi capaz de afrontar ningunha batalha importante con maior número de homes que portugal agás na batalha das linhas de elvas, brillante vitoria portuguesa precedida tamen e ben certo do grande desastre de Badajos en 1658, por exemplo na batalha de montesclaros o numero de homens nos dous exercitos conhecese ben, eran praticamente os mesmos homes nos dous bandos.
Sei que os portugueses teñen mal recordo dunha castela que buscaba sempre a unidade peninsular a costa dos portugueses (nos os galegos tamen estivemos submetidos e nosa lingua e cultura asoballadas) mais tamen e verdade que afonso V intentou a unidade peninsular baixo a hexemonia portuguesa, non o conseguiu.
Suplico perdao polo longo da miña resposta, eu veño a este maravilhoso blog a falar non de politica mais sim de historia militar e un saudo e todo o meu respeto a Antonio Pena e todos os meus irmaos portugueses e o de irmaos o digo de todo coraçao.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Non sabia si responder ao derradeiro comentario de Antonio Pena (apelido moi comun na miña Galiza, porque remata con &#8220;que aprendan e nos deixen en paz&#8221;; non e un comentario amistoso e xa funme doutros foros portugueses por ver pouca historia e muito nacionalismo mais ainda vou responder a risco de que non se respete a miña opinión.<br />
Pois eu respeto a sua totalmente, mais non estou dacordo, supoño que teño dereito iso e o moderador sei que mo concede.<br />
A cavaleria portuguesa seguindo o relatorio da batalha de Montijo de conde de Ericeira  fuxiu depois dos primeiros combates e refuxiou nunha arboreda ata o final da mesma, pensando ao escoitar os cañons que eran os sinais da vitoria espanhola, penso que unha derrota como a mencinada nas fontes portuguesas non e doada sen o apoio da cavaleria no contexto da batalha, relatorios castelans menores e de persoas do lugar falan da fuxida do exercito portugués e tamen gostaría, con sinceridade, coñecer as fontes &#8220;neutrais&#8221;  das que fala e que recoñecen a vitoria portuguesa, eu non as coñezo e me gostaría votarlles unha ollada.<br />
Penso que os paises opinaban segun as simpatias que tiñan polos dous reinos.<br />
Enquanto as vitorias portuguesas nesta guerra ninguen as dubida, Portugal tivo a sorte nesta guerra e na guerra do século XIV de dispor de maravilhosos xefes militares, enquanto a espanha neste momento estaba no seu peor momento, en loita con media europa, a piques de se esnaquizar como reino (conspiracións independentistas en aragon, andaluzia e catalunha aparte portugal) e en ruina económica; e por finalizar tal era a debilidade que sendo tan grande monarquia non foi capaz de afrontar ningunha batalha importante con maior número de homes que portugal agás na batalha das linhas de elvas, brillante vitoria portuguesa precedida tamen e ben certo do grande desastre de Badajos en 1658, por exemplo na batalha de montesclaros o numero de homens nos dous exercitos conhecese ben, eran praticamente os mesmos homes nos dous bandos.<br />
Sei que os portugueses teñen mal recordo dunha castela que buscaba sempre a unidade peninsular a costa dos portugueses (nos os galegos tamen estivemos submetidos e nosa lingua e cultura asoballadas) mais tamen e verdade que afonso V intentou a unidade peninsular baixo a hexemonia portuguesa, non o conseguiu.<br />
Suplico perdao polo longo da miña resposta, eu veño a este maravilhoso blog a falar non de politica mais sim de historia militar e un saudo e todo o meu respeto a Antonio Pena e todos os meus irmaos portugueses e o de irmaos o digo de todo coraçao.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Organização do exército português (3) &#8211; os tipos de cavalaria por A chegada a Elvas do novo governador das armas em 1646 &#8211; uma descrição coeva &#171; Guerra da Restauração</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/04/30/organizacao-do-exercito-portugues-3-os-tipos-de-cavalaria/#comment-205</link>
		<dc:creator>A chegada a Elvas do novo governador das armas em 1646 &#8211; uma descrição coeva &#171; Guerra da Restauração</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 18:59:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=66#comment-205</guid>
		<description>[...] de infantaria existente na província transtagana. Em complemento ao artigo já aqui publicado em 2008, passo a transcrever (modernizando a ortografia) a carta que se encontra num conjunto de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de infantaria existente na província transtagana. Em complemento ao artigo já aqui publicado em 2008, passo a transcrever (modernizando a ortografia) a carta que se encontra num conjunto de [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Batalha de Montijo, 26 de Maio de 1644 por Antoónio Pena</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/05/26/batalha-de-montijo-26-de-maio-de-1644/#comment-204</link>
		<dc:creator>Antoónio Pena</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 22:56:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=107#comment-204</guid>
		<description>Os comentários do senhor Duran parecem-me até algo moderados em relação ao que costumo ler vindo lá do outro lado da raia.O certo é que neste caso o exército português foi acometido com muito vigor desde o início e teve severíssimas baixas tendo em conta os efectivos em liça,mas devido a certas circunstâncias conhecidas,apesar de ter tido no final mais baixas,venceu a batalha,e se os contrários não perderam tantos efectivos,foi porque simplesmente deram às de vila diogo.É o que concluo das pesquisas que tenho feito e provenientes de fontes em várias línguas.
Todos consideram uma importante vitória das armas portuguesas sobre os usurpadores espanhóis.Só &quot;nuestros hermanos&quot;pretendem o contrário.Mas,já estamos habituados.O certo é que a nação portuguesa recuperou a sua independência sobre forças bem superiores e como é sabido venceu todas as batalhas importantes.Os espanhóis lá tiveram a consolação da retirada de Telena,que não sabemos exactamente o que foi.QUE APRENDAM E NOS DEIXEM EM PAZ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os comentários do senhor Duran parecem-me até algo moderados em relação ao que costumo ler vindo lá do outro lado da raia.O certo é que neste caso o exército português foi acometido com muito vigor desde o início e teve severíssimas baixas tendo em conta os efectivos em liça,mas devido a certas circunstâncias conhecidas,apesar de ter tido no final mais baixas,venceu a batalha,e se os contrários não perderam tantos efectivos,foi porque simplesmente deram às de vila diogo.É o que concluo das pesquisas que tenho feito e provenientes de fontes em várias línguas.<br />
Todos consideram uma importante vitória das armas portuguesas sobre os usurpadores espanhóis.Só &#8220;nuestros hermanos&#8221;pretendem o contrário.Mas,já estamos habituados.O certo é que a nação portuguesa recuperou a sua independência sobre forças bem superiores e como é sabido venceu todas as batalhas importantes.Os espanhóis lá tiveram a consolação da retirada de Telena,que não sabemos exactamente o que foi.QUE APRENDAM E NOS DEIXEM EM PAZ&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Marcas da Guerra da Restauração nas Misericórdias portuguesas de fronteira: artigo online por Jorge P. de Freitas</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/09/30/marcas-da-guerra-da-restauracao-nas-misericordias-portuguesas-de-fronteira-artigo-online/#comment-203</link>
		<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:51:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=1079#comment-203</guid>
		<description>Caro JM,

Muito obrigado pelo seu comentário.
Em relação à sua questão, devo dizer que não existem muitas monografias sobre uniformes e armamento do exército português do início do século XVIII. As seguintes obras poderão ser úteis:

LOPES, Carlos da Silva - &quot;Contribuição para o Estudo dos Uniformes Militares Portugueses desde 1664 até 1806&quot;, in Documentos e Memórias para a História do Porto - XXIX: Exposição Histórico-Militar, em Homenagem a Mouzinho de Albuquerque, no 1.º Centenário do seu Nascimento, Porto, Publicações da Câmara Municipal do Porto, Gabinete de História da Cidade, 1958.

RODRIGUES, Manuel Ribeiro - 300 anos de uniformes militares do exército de Portugal, Lisboa, Sociedade Histórica da Independência de Portugal, 1998.

Para o período da Guerra da Sucessão de Espanha, será útil consultar BORGES, João Vieira - Conquista de Madrid, Lisboa, Tribuna da História, 2003.

Apesar de datada, não será de desprezar a obra do general  Ferreira Martins, História do Exército Português, Lisboa, Editorial Inquérito, 1945.

Não resisto a apontar uma curiosidade sobre azulejaria de temática bélica do século XVIII. O Palácio dos Henriques em Estremoz (mais conhecido por Palácio Tocha) apresenta, no seu salão central, painéis de azulejos alusivos às batalhas da Guerra da Restauração - daí ser esse salão conhecido por&quot;Sala das Batalhas&quot;, como a do Palácio dos Marqueses de Fronteira, em Lisboa. No entanto, os uniformes e armamento ali representados são do século XVIII, com um ou outro pormenor mais fantasista (por exemplo, cimitarras), nada tendo em comum com o material bélico do período da Guerra da Restauração.

Espero que as indicações que aqui lhe deixei possam ser úteis.

Com os melhores cumprimentos,

Jorge P. de Freitas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro JM,</p>
<p>Muito obrigado pelo seu comentário.<br />
Em relação à sua questão, devo dizer que não existem muitas monografias sobre uniformes e armamento do exército português do início do século XVIII. As seguintes obras poderão ser úteis:</p>
<p>LOPES, Carlos da Silva &#8211; &#8220;Contribuição para o Estudo dos Uniformes Militares Portugueses desde 1664 até 1806&#8243;, in Documentos e Memórias para a História do Porto &#8211; XXIX: Exposição Histórico-Militar, em Homenagem a Mouzinho de Albuquerque, no 1.º Centenário do seu Nascimento, Porto, Publicações da Câmara Municipal do Porto, Gabinete de História da Cidade, 1958.</p>
<p>RODRIGUES, Manuel Ribeiro &#8211; 300 anos de uniformes militares do exército de Portugal, Lisboa, Sociedade Histórica da Independência de Portugal, 1998.</p>
<p>Para o período da Guerra da Sucessão de Espanha, será útil consultar BORGES, João Vieira &#8211; Conquista de Madrid, Lisboa, Tribuna da História, 2003.</p>
<p>Apesar de datada, não será de desprezar a obra do general  Ferreira Martins, História do Exército Português, Lisboa, Editorial Inquérito, 1945.</p>
<p>Não resisto a apontar uma curiosidade sobre azulejaria de temática bélica do século XVIII. O Palácio dos Henriques em Estremoz (mais conhecido por Palácio Tocha) apresenta, no seu salão central, painéis de azulejos alusivos às batalhas da Guerra da Restauração &#8211; daí ser esse salão conhecido por&#8221;Sala das Batalhas&#8221;, como a do Palácio dos Marqueses de Fronteira, em Lisboa. No entanto, os uniformes e armamento ali representados são do século XVIII, com um ou outro pormenor mais fantasista (por exemplo, cimitarras), nada tendo em comum com o material bélico do período da Guerra da Restauração.</p>
<p>Espero que as indicações que aqui lhe deixei possam ser úteis.</p>
<p>Com os melhores cumprimentos,</p>
<p>Jorge P. de Freitas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Marcas da Guerra da Restauração nas Misericórdias portuguesas de fronteira: artigo online por JM</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/09/30/marcas-da-guerra-da-restauracao-nas-misericordias-portuguesas-de-fronteira-artigo-online/#comment-202</link>
		<dc:creator>JM</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 15:00:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=1079#comment-202</guid>
		<description>Ambos muito interessantes. Especialmente a planta de V. Viçosa!
Na minha tese de mestrado vou estudar azulejaria, datada do primeiro quartel do século XVIII, que parecem representar cenas de bélicas, do século XVII (pós - Restauração). Podia-me indicar, se não for pedir muito, alguma bibliografia que conheça sobre esse período, mais concretamente sobre o vestuário e armamento da época?

Cumprimentos
JM</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ambos muito interessantes. Especialmente a planta de V. Viçosa!<br />
Na minha tese de mestrado vou estudar azulejaria, datada do primeiro quartel do século XVIII, que parecem representar cenas de bélicas, do século XVII (pós &#8211; Restauração). Podia-me indicar, se não for pedir muito, alguma bibliografia que conheça sobre esse período, mais concretamente sobre o vestuário e armamento da época?</p>
<p>Cumprimentos<br />
JM</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Os dragões na Guerra da Restauração: desfazendo um mito por Jorge P. de Freitas</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/05/04/os-dragoes-na-guerra-da-restauracao-desfazendo-um-mito/#comment-200</link>
		<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 22:01:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=73#comment-200</guid>
		<description>Caríssimo Ribeiro Rodrigues,

Muito agradeço a partilha do seu conhecimento sobre este tema, complementando brilhantemente a informação sobre os dragões. No que respeita ao arcabuzeiro  a cavalo levando um dragão à garupa, é muito  provável que se trate de um infante transformado em dragão improvisado - há vários documentos (para não falar na História de Portugal Restaurado) que referem este expediente, utilizado durante praticamente toda a Guerra da Restauração, inclusive por Schomberg no período mais tardio do conflito.

Um abraço

Jorge</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Ribeiro Rodrigues,</p>
<p>Muito agradeço a partilha do seu conhecimento sobre este tema, complementando brilhantemente a informação sobre os dragões. No que respeita ao arcabuzeiro  a cavalo levando um dragão à garupa, é muito  provável que se trate de um infante transformado em dragão improvisado &#8211; há vários documentos (para não falar na História de Portugal Restaurado) que referem este expediente, utilizado durante praticamente toda a Guerra da Restauração, inclusive por Schomberg no período mais tardio do conflito.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Jorge</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Os dragões na Guerra da Restauração: desfazendo um mito por ribeiro rodrigues</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/05/04/os-dragoes-na-guerra-da-restauracao-desfazendo-um-mito/#comment-199</link>
		<dc:creator>ribeiro rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 13:30:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=73#comment-199</guid>
		<description>Caríssimo

Efectivamente tem razão em fazer a distinção entre Dragões e qualquer outro tipo de tropa montada e a título de curiosidade, Dragões sempre foi considerada infantaria montada e isto ainda durante todas as campanhas napoleónicas assim eram considerados, tanto assim que (com excepção para a Guarda Imperial, os Dragões tinham cavalo, mas combatiam geralmente desmontados) os Dragões de linha só íam sendo montados com a captura de cavalos ao inimigo e qunado já havia animias para formar um esquadrão, então ficavam com montada (claro que no meio da confusão de uma batalha havia os que desmontavam e os que nem para isso tinham tempo e combatiam como podiam, ou seja montados)

Ao longo do século XVIII e depois século XIX (mais ou menos 1816) os &quot;atributos&quot; dos Dragões empre foram os seguintes:
- utilizavam bandeiras de infantaria (grandes) e não estandartes 
 (bandeiras mais pequenas)
- As ordens eram transmitidas por tambores e não por clarins
- Combatiam sempre desmontados (até havia um sistema para &quot;ensarilhar&quot; as rédeas dos cavalos, afim de poderem ser apenas seguros por dois homens, outros utilizavam uma estaca que cravavam no solo, para prenderem a montada e poderem combater a pé.

Existe um curioso desenho que mostra um acrcabuzeiro (século XVII que na sua montada leva na garupa um &quot;dragão&quot; digamos que &quot;iria à boleia&quot;.

Aliás as ordenanças dos Dragões em tudo eram semelhantes às da infantaria.

Em Portugal, depois da Restauração e até durante, a nossa Cavalaria toda ela era &quot;ligeira&quot; pois os nossos cavalos não eram suficientemente robustos para aguentarem um grande peso e a chamada &quot;cavalaria pesada&quot; precisava de terreno para &quot;correr&quot; e em Portugal tirando o Alentejo, tudo é a subir e a descer, atravessado por rios, ribeiras e fundos vales.

 Tanto assim foi que no século XVIII e XIX sempre tivemos Cavalaria ligeira, tanto que no reinado de D. Maria II (um pouco antes) a nossa Cavalaria era constituida por Lanceiros, Caçadores a Cavalo e assim sempre foi.
Um abraço
RR</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo</p>
<p>Efectivamente tem razão em fazer a distinção entre Dragões e qualquer outro tipo de tropa montada e a título de curiosidade, Dragões sempre foi considerada infantaria montada e isto ainda durante todas as campanhas napoleónicas assim eram considerados, tanto assim que (com excepção para a Guarda Imperial, os Dragões tinham cavalo, mas combatiam geralmente desmontados) os Dragões de linha só íam sendo montados com a captura de cavalos ao inimigo e qunado já havia animias para formar um esquadrão, então ficavam com montada (claro que no meio da confusão de uma batalha havia os que desmontavam e os que nem para isso tinham tempo e combatiam como podiam, ou seja montados)</p>
<p>Ao longo do século XVIII e depois século XIX (mais ou menos 1816) os &#8220;atributos&#8221; dos Dragões empre foram os seguintes:<br />
- utilizavam bandeiras de infantaria (grandes) e não estandartes<br />
 (bandeiras mais pequenas)<br />
- As ordens eram transmitidas por tambores e não por clarins<br />
- Combatiam sempre desmontados (até havia um sistema para &#8220;ensarilhar&#8221; as rédeas dos cavalos, afim de poderem ser apenas seguros por dois homens, outros utilizavam uma estaca que cravavam no solo, para prenderem a montada e poderem combater a pé.</p>
<p>Existe um curioso desenho que mostra um acrcabuzeiro (século XVII que na sua montada leva na garupa um &#8220;dragão&#8221; digamos que &#8220;iria à boleia&#8221;.</p>
<p>Aliás as ordenanças dos Dragões em tudo eram semelhantes às da infantaria.</p>
<p>Em Portugal, depois da Restauração e até durante, a nossa Cavalaria toda ela era &#8220;ligeira&#8221; pois os nossos cavalos não eram suficientemente robustos para aguentarem um grande peso e a chamada &#8220;cavalaria pesada&#8221; precisava de terreno para &#8220;correr&#8221; e em Portugal tirando o Alentejo, tudo é a subir e a descer, atravessado por rios, ribeiras e fundos vales.</p>
<p> Tanto assim foi que no século XVIII e XIX sempre tivemos Cavalaria ligeira, tanto que no reinado de D. Maria II (um pouco antes) a nossa Cavalaria era constituida por Lanceiros, Caçadores a Cavalo e assim sempre foi.<br />
Um abraço<br />
RR</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Cerco e tomada de Olivença (6ª parte &#8211; de 9 a 12 de Maio de 1657) por Cerco e tomada de Olivença (8ª parte &#8211; 14 e 15 de Maio de 1657) &#171; Guerra da Restauração</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/09/19/cerco-e-tomada-de-olivenca-6%c2%aa-parte-de-9-a-12-de-maio-de-1657/#comment-198</link>
		<dc:creator>Cerco e tomada de Olivença (8ª parte &#8211; 14 e 15 de Maio de 1657) &#171; Guerra da Restauração</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 16:36:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=1043#comment-198</guid>
		<description>[...] respondido como da outra vez. Na tarde deste dia deu uma bala de artilharia em André Fernandes, de quem acima falei, e lhe levou o braço esquerdo, o que sentimos muito por ser moço de grande [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] respondido como da outra vez. Na tarde deste dia deu uma bala de artilharia em André Fernandes, de quem acima falei, e lhe levou o braço esquerdo, o que sentimos muito por ser moço de grande [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Cerco e tomada de Olivença, 1657 (1ª parte &#8211; 13 e 14 de Abril de 1657) por Relação de tudo o que passou em Oliuença e no Campo do Cerco e tomada da praça pellos Castelhanos. Abril anno de 1657 &#171; primeiroFAX</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/09/12/cerco-e-tomada-de-olivenca-1657-1%c2%aa-parte/#comment-197</link>
		<dc:creator>Relação de tudo o que passou em Oliuença e no Campo do Cerco e tomada da praça pellos Castelhanos. Abril anno de 1657 &#171; primeiroFAX</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 18:17:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=1013#comment-197</guid>
		<description>[...] [Guerra Da Restauração] [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] [Guerra Da Restauração] [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Cerco e tomada de Olivença, 1657 (1ª parte &#8211; 13 e 14 de Abril de 1657) por Jorge P. de Freitas</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/09/12/cerco-e-tomada-de-olivenca-1657-1%c2%aa-parte/#comment-196</link>
		<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 22:04:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=1013#comment-196</guid>
		<description>Caro Henrique Salles da Fonseca,

Obrigado pela visita e pelo comentário.


Cumprimentos,

Jorge P. de Freitas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Henrique Salles da Fonseca,</p>
<p>Obrigado pela visita e pelo comentário.</p>
<p>Cumprimentos,</p>
<p>Jorge P. de Freitas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Cerco e tomada de Olivença, 1657 (1ª parte &#8211; 13 e 14 de Abril de 1657) por Henrique Salles da Fonseca</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/09/12/cerco-e-tomada-de-olivenca-1657-1%c2%aa-parte/#comment-195</link>
		<dc:creator>Henrique Salles da Fonseca</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 19:41:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=1013#comment-195</guid>
		<description>É urgente vulgarizar o conhecimento deste tipo de acontecimentos históricos pois só desse modo poderemos difundir o orgulho da nacionalidade.
Obrigado e continuemos...
Melhores cumprimentos,
Henrique Salles da Fonseca</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É urgente vulgarizar o conhecimento deste tipo de acontecimentos históricos pois só desse modo poderemos difundir o orgulho da nacionalidade.<br />
Obrigado e continuemos&#8230;<br />
Melhores cumprimentos,<br />
Henrique Salles da Fonseca</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Stéphane Auguste de Castille e a perda de Olivença em 1657 (parte 2) por Cerco e tomada de Olivença, 1657 (2ª parte &#8211; de 15 a 19 de Abril de 1657) &#171; Guerra da Restauração</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/05/30/stephane-auguste-de-castille-e-a-perda-de-olivenca-em-1657-parte-2/#comment-194</link>
		<dc:creator>Cerco e tomada de Olivença, 1657 (2ª parte &#8211; de 15 a 19 de Abril de 1657) &#171; Guerra da Restauração</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 07:33:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=111#comment-194</guid>
		<description>[...] de Castille, capitão francês de cavalaria, cuja desventura em Olivença já foi tratada aqui e aqui], e com ela alguns cavalos de outras companhias, que por todos ficaram oitenta cavalos; destes se [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] de Castille, capitão francês de cavalaria, cuja desventura em Olivença já foi tratada aqui e aqui], e com ela alguns cavalos de outras companhias, que por todos ficaram oitenta cavalos; destes se [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Stéphane Auguste de Castille e a perda de Olivença em 1657 (parte 1) por Cerco e tomada de Olivença, 1657 (2ª parte &#8211; de 15 a 19 de Abril de 1657) &#171; Guerra da Restauração</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/05/29/stephan-auguste-de-castille-e-a-perda-de-olivenca-em-1657-parte-1/#comment-193</link>
		<dc:creator>Cerco e tomada de Olivença, 1657 (2ª parte &#8211; de 15 a 19 de Abril de 1657) &#171; Guerra da Restauração</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 01:03:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=102#comment-193</guid>
		<description>[...] Auguste de Castille, capitão francês de cavalaria, cuja desventura em Olivença já foi tratada aqui e aqui], e com ela alguns cavalos de outras companhias, que por todos ficaram oitenta cavalos; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Auguste de Castille, capitão francês de cavalaria, cuja desventura em Olivença já foi tratada aqui e aqui], e com ela alguns cavalos de outras companhias, que por todos ficaram oitenta cavalos; [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Sobre o autor por Jorge P. de Freitas</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/about/#comment-192</link>
		<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 00:42:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-192</guid>
		<description>Caro Vítor Mestre,

Na noite de 19 de Janeiro de 1659 deu-se uma explosão no paiol da fortaleza de Juromenha, que danificou as defesas daquela praça e matou vários soldados, alguns dos quais tinham participado, dias antes, na batalha das Linhas de Elvas. Conto, em breve, reportar-me a esse assunto.

Cumprimentos

Jorge P. Freitas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Vítor Mestre,</p>
<p>Na noite de 19 de Janeiro de 1659 deu-se uma explosão no paiol da fortaleza de Juromenha, que danificou as defesas daquela praça e matou vários soldados, alguns dos quais tinham participado, dias antes, na batalha das Linhas de Elvas. Conto, em breve, reportar-me a esse assunto.</p>
<p>Cumprimentos</p>
<p>Jorge P. Freitas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Sobre o autor por vitor mestre</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/about/#comment-191</link>
		<dc:creator>vitor mestre</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 17:48:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-191</guid>
		<description>Boa tarde

estive na juromenha e gostava de ter mais informação sobre o que se passou na noite de 19 de Janeiro de 1659.

obrigado.

vmmestre</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde</p>
<p>estive na juromenha e gostava de ter mais informação sobre o que se passou na noite de 19 de Janeiro de 1659.</p>
<p>obrigado.</p>
<p>vmmestre</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Cavalaria e dragões holandeses em Portugal &#8211; a mostra de 29 de Junho de 1644 por Jorge P. de Freitas</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/08/27/cavalaria-e-dragoes-holandeses-em-portugal-a-mostra-de-29-de-junho-de-1644/#comment-190</link>
		<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 15:38:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=979#comment-190</guid>
		<description>Caro JM,

Muito obrigado pela sua visita e comentário. O seu blogue é muito interessante. Tomei a liberdade de o acrescentar às ligações, sob a entrada &quot;Património&quot;.

Cumprimentos

Jorge P. Freitas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro JM,</p>
<p>Muito obrigado pela sua visita e comentário. O seu blogue é muito interessante. Tomei a liberdade de o acrescentar às ligações, sob a entrada &#8220;Património&#8221;.</p>
<p>Cumprimentos</p>
<p>Jorge P. Freitas</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Cavalaria e dragões holandeses em Portugal &#8211; a mostra de 29 de Junho de 1644 por JM</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/08/27/cavalaria-e-dragoes-holandeses-em-portugal-a-mostra-de-29-de-junho-de-1644/#comment-189</link>
		<dc:creator>JM</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 14:26:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=979#comment-189</guid>
		<description>Uma temática pouco ususal, mas muito interessante, na blogosfera portuguesa. Parabéns pelo blogue.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma temática pouco ususal, mas muito interessante, na blogosfera portuguesa. Parabéns pelo blogue.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A fortaleza de Peniche em 1644 por André</title>
		<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2009/08/29/a-fortaleza-de-peniche-em-1644/#comment-187</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 01:13:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://guerradarestauracao.wordpress.com/?p=993#comment-187</guid>
		<description>Muito obrigado pelo esclarecimento.

Quanto ao nome do Barco que faz a ligação tem de facto esse nome, já passei muitas horas no actual barco e no antigo!

Gostaria ainda de referir outra coisa, muito perto da Fortaleza funcionava o Real Hospital Militar Hospital dirigido Irmãos Hospitaleiros de S. João de Deus  , que foi criado no contexto da Guerra da Restauração.
Actualmente serve de Quartel da Guarda Nacional Republica , mesmo em frente da Fortaleza.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito obrigado pelo esclarecimento.</p>
<p>Quanto ao nome do Barco que faz a ligação tem de facto esse nome, já passei muitas horas no actual barco e no antigo!</p>
<p>Gostaria ainda de referir outra coisa, muito perto da Fortaleza funcionava o Real Hospital Militar Hospital dirigido Irmãos Hospitaleiros de S. João de Deus  , que foi criado no contexto da Guerra da Restauração.<br />
Actualmente serve de Quartel da Guarda Nacional Republica , mesmo em frente da Fortaleza.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
