1.º de Dezembro de 1640

Embora ultimamente não tenha sido tão assíduo a actualizar o blogue, por motivo do muito trabalho que não me deixa tempo disponível, venho agradecer mais uma vez a todos quantos têm tido a simpatia de visitar este cantinho e colaborado com artigos e muita informação. A todos, renovo o meu Muito Obrigado.

Imagem: Vista de Vila Viçosa a partir da muralha do castelo, com o Paço Ducal ao fundo.

6 thoughts on “1.º de Dezembro de 1640

  1. Caro Professor Jorge Penim de Freitas

    Antes de mais, receba as minhas felicitações pelo seu interessantíssimo trabalho, o qual sigo há muito com grande interesse.

    Sou investigador na área da Genealogia e na sequência de uma pesquisa que estou a levar a cabo venho pelo presente solicitar a sua ajuda:

    Num asento paroquial que localizei, de um casamento celebrado em Casa Branca, Sousel, em 1663, de um Manuel Carvalho, figuram como testemunhas presenciais o Mestre de Campo D. Pedro Opecinga e D. João da Silva e Sousa, Sargento-Mor da Guerra. Depois, dois anos mais tarde, em 1665, o padrinho da filha é o Capitão D. Fernando Henriques, filho de D. Henrique Henriques, Senhor de Alcáçovas.

    Ora estes apadrinhamentos indiciam uma proximidade entre o dito Manuel Carvalho e as referidas altas patentes militares das Guerras da Restauração, os quais se deslocaram pessoalmente à Igreja de Casa Branca para apadrinhar estes sacramentos.

    Da minha dedução, tudo leva a crer que este Manuel Carvalho seria militar, com uma proximidade com os acima referidos, razão pela qual lhe pergunto se é do seu conhecimento este Manuel Carvalho.

    Muito obrigado

    Melhores cumprimentos,

    José Luís Espada-Feyo

  2. Caro Senhor José Luís Espada-Feyo,

    Muito obrigado pelas suas palavras de apreço e pelo comentário. No que respeita à identidade de Manuel Carvalho, não encontrei até agora nenhuma referência enquanto militar. No entanto, tendo em conta os oficiais que apadrinharam o casamento e, anos depois, o baptizado, é possível que fosse um indivíduo ligado às governanças locais. Logo que consiga apurar a identidade de Manuel Carvalho, farei um pequeno artigo sobre o mesmo.

    Com os melhores cumprimentos,

    Jorge P. Freitas

  3. Caro Professor Jorge Penim de Freitas

    Muito agradecendo a gentileza da sua resposta, mais acrescento outro dado que indicia a minha suspeita de que Manuel Carvalho foi um militar das Guerras da restauração: para além de terem figurado como testemunhas os já referidos Sargento-Mor da Guerra e Mestre de Campo D. Pedro Opecinga, quem celebrou o matrimónio não foi o pároco da Freguesia, mas sim o Capelão de Santa Vitória do Ameixial, onde dois meses antes se tinha travado a célebre Batalha do Ameixial.
    Muito obrigado
    Cumprimentos
    JLEF

  4. Caro José Luís Espada-Feyo,

    Mais uma vez agradeço o seu comentário. De facto, dada a relevância das presenças militares no casamento de Manuel Carvalho, tudo aponta para que fosse uma personalidade importante no contexto do exército da província do Alentejo. Ainda não tive oportunidade de rever os nomes dos sargentos-mores e capitães dos terços (já que o referido Manuel Carvalho não era mestre de campo). Fica a promessa de abordar o tema num artigo logo que identifique o indivíduo.

    Com os melhores cumprimentos,

    JPF

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